3 de dezembro de 2010
2 de dezembro de 2010
Momentos… Reflexão sobre Moradores de Rua!
Numa noite normal com o passado largado da memória, um homem reencontra, no lugar a que chama casa, lembranças de um tempo que viveu.
Fragmentos de pura felicidade e instantes de sublime partilha, surgem como apontamentos de esperança de um presente que não voltará a ser o mesmo.
Acredita-se que exista no Brasil cerca de 40 milhões de crentes desviados, não há como precisar esse número, mais mesmo que fosse a metade já seria assombroso.
Em um levantamento feito com moradores de rua em Uberaba, constatou-se que boa parte ou já tinha sido membro de alguma igreja, ou passaram a frequenta-la após irem morar na rua. Quase 80% tem famílias, cerca de 5% tem curso superior, impressionante ver o que leva essas pessoas a viverem afastadas.
A igreja tem um problema institucional. A ascensão do mercantilismo gospel, a banalização da felicidade etc. Me parece que anda faltando essência nos ministérios implantados.
A coisa ficou muito profissional, e pouco social. Parece não haver mais aquela comunhão “um por todos, todos por um; todos por Deus, Deus por todos”.
Olha: não conheço fraqueza maior do que a de um “desviado” – não gosto desse rótulo!
Engraçado esse negócio do ORKUT aí. Tempos atrás e cheguei a ver uma dessas comunidades. Realmente me assustei com o que era dito ali, muito pesado o que diziam. Pessoas totalmente decepcionadas, outras sobremaneira sarcásticas com o divino… Chegaram a satirizar histórias como a de Jonas etc…
Muito preocupante.
"Misericórdia quero e não holocaustos" - Mt 12.7 b
"Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles" - Lc 6.31
"Porque tive fome e me destes de comer...estava nu e vestistes-me" - Mt 25.35,36
"Mas um samaritano que ia de viajem chegou ao pé dele e, vendo-o, moveu-se de íntima compaixão" - Lc 10.33
"Aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como Ele andou" - 1ªJo 1.6
Renato Jr. - Blogueiro, articulista, teólogo em formação.
20 de novembro de 2010
1 de novembro de 2010
Resgatando Vidas – Pib Uberaba-MG
Conheça o Ministério Resgatando Vidas da Primeira Igreja Batista de Uberaba, que trabalha com moradores de rua. Um trabalho evangelístico muito lindo, e que Deus tem nos abençoado muito! Vidas tem sido transformadas e resgatadas…
Renato Jr. - Blogueiro, articulista, teólogo em formação.
Evangelismo: Projeto Brincadeira de Criança em Ponte Alta (Uberaba-MG)
Estaremos realizando dia 06.11 (Sábado), um evangelismo no bairro de Ponte Alta, voltado para as crianças. O evento tem o apoio dos alunos do curso de Teologia do Seminário Teológico Batista do Triângulo Mineiro. Estarei postando depois as fotos do evento.
Renato Jr. - Blogueiro, articulista, teólogo em formação.
31 de outubro de 2010
22 de outubro de 2010
18 de outubro de 2010
Evangelho e cultura: Pregando o evangelho em um ambiente multicultural
Os limites entre a valorização da cultura e a absorção de valores opostos ao evangelho
OPINIÃO DO BLOG RENATO JR:
Este com certeza é um dos melhores artigos que li, sobre missões e a sua relação com a cultura. Vale a pena lê-lo, discutí-lo e ensinálo em sua igreja. Boa leitura e que Deus te abençoe com este texto.
Renato Anésio da Costa Junior editor do Blog.
Por Leonardo Gonçalves
Para iniciar nosso estudo, trabalharemos três conceitos de missões:
• Fundamentalismo missiológico: Rejeita a cultura, demonizando-a e se fechando para aquilo que ela pode oferecer.
• Liberalismo missiológico: Absorve a cultura, mesmo em seus aspectos negativos, culminando em paganizarão da fé
• Evangelismo missional: Dialoga com a cultura absorvendo e respeitando os valores que servem ao evangelho, ao mesmo tempo em que rejeita aquelas noções, muitas vezes tidas como culturais, que estão em oposição ao evangelho de Cristo.
Exemplo de fundamentalismo missiológico: Igrejas plantadas por missionários europeus e estadunidenses em meados do século 19 e 20. Os missionários impunham padrões de vestimenta européia aos habitantes de países tropicais. Também importavam seus instrumentos e cânticos, não valorizando a cultura autóctone. Tal tendência pode ser observada nas igrejas pentecostais.
Exemplo de liberalismo missiológico: O movimento missionário cristão pós-constantino, que tinha como estratégia absorver a cultura dos países aos quais pregava, sem questionar a validade de tais práticas. Assim, a igreja sacramentalizou a cultura, colocando-a acima do evangelho. Tal tendência pode ser observada no catolicismo, no neopentecostalismo (contextualizando com a cultura capitalista) e no movimento emergente liberal, que trata questões como aborto e homossexualismo como demandas culturais, ao invés de práticas pecaminosas.
Exemplo de evangelismo missional: A pregação de Jesus a mulher samaritana, onde o mestre pregou a mensagem de salvação a partir do contexto cultural daquela mulher; Paulo no areópago de Atenas, ao citar os filósofos pagãos em sua mensagem, criando uma ponte cultural através da qual introduziu o evangelho.
No entanto, o evangelismo missional dialoga com a cultura, sem ignorar o fato das culturas estarem manchadas pelo pecado. Assim, ele reconhece que nem tudo que é tido pelo homem moderno como valor cultural é aceitável diante de Deus. No fundamentalismo missiológico, a cultura é ignorada; no liberalismo cultural ela é endeusada e sobreposta ao evangelho. Já o cristianismo missional conversa com as diferentes culturas usando-as como ferramenta de contextualização, ao mesmo tempo em que rejeita valores culturais que se opõem a mensagem cristocêntrica.
Usando a cultura em favor do evangelho: Construindo pontes culturais para pregar o evangelho em um ambiente cultural diversificado
Se pudermos resumir a missiologia urbana e transcultural em uma só palavra, esta palavra é contextualização. Contextualizar significa apresentar idéias e pensamentos levando em consideração o contexto das pessoas, de modo a comunicar os fatos com maior clareza. Houve um tempo em que a contextualização era um principio distante, uma ferramenta usada apenas pelos missionários transculturais. No entanto, as demandas do mundo moderno e o ambiente policultural fazem da contextualização uma ferramenta indispensável à igreja contemporânea. A igreja que não contextualizar sua mensagem fossilizará e se tornará irrelevante para a sociedade ao seu redor.
Em Atos 17, o apostolo Paulo fez seu célebre discurso no areópago de Atenas. Cercado pela elite intelectual daquela cidade, ele apresentou um sermão engajado, no qual citava de memória os filósofos e poetas gregos, demonstrando afinidade com os temas de predileção daqueles homens. E foi assim, começando pelos poetas gregos que o doutor dos gentios conduziu seus ouvintes a mensagem de arrependimento. Quando Paulo mencionou a ressurreição, muitos se escandalizaram e se foram, mas Dionísio e alguns dos presentes se converteram ao cristianismo. Paulo foi sábio porque soube usar a cultura em seu benefício, construindo uma ponte por meio da qual introduziu o evangelho.
O diálogo de Jesus com a mulher samaritana, em João capítulo 4, também é fundamental para nosso entendimento acerca da contextualização. Nele, Jesus aborda o tema da salvação usando um dos elementos que fazia parte do cotidiano daquela mulher, a água. Ele era judeu, ela uma samaritana, e havia uma grande rivalidade entre ambos os grupos, mas Jesus iniciou seu diálogo a partir de um ponto em comum: o poço de Jacó (que era historicamente importante para judeus e samaritanos), e a sede existencial que todo ser humano tem. Assim, Jesus conseguiu apresentar o evangelho a mulher de forma eficaz, e ainda foi introduzido por ela a aldeia dos samaritanos.
Em todas as culturas existem determinados elementos que são comuns, e que devem ser explorados pela igreja em sua tarefa missionária. Uma igreja que deseja ser relevante deve estudar o grupo que deseja alcançar e, a partir desta analise, definir o tom da palestra, o estilo litúrgico, os ritmos musicais, a decoração do ambiente e definir as estratégias que facilitarão o diálogo com as pessoas que ela deseja alcançar. Se a igreja for “poli” ou “multicultural”, é bom que ela tenha programas específicos e ministros auxiliares que atuem como missionários para cada grupo alcançado (crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos, estudantes, universitários, profissionais, undergrounds, etc.). Não pode, porém, permitir que a abordagem ocasione divisão ideológica ou partidarismos, pois a igreja é um misto de povos, línguas, etnias, todos em torno de uma só verdade.
Por ultimo, deve-se sempre lembrar que na contextualização o que varia é a apresentação, e não o conteúdo. O missionário é aquele que apresenta a mesma verdade de diferentes modos à diferentes culturas, e não aquele que apresenta verdades diferentes a cada cultura. Os métodos podem variar, mas o conteúdo é sempre o mesmo.
Quando os valores culturais conflitam com o evangelho: Uma abordagem missiológica da cultura da América Ibero-hispana
Um vídeo divulgado pela JOCUM mostra crianças portadoras de deficiências sendo enterradas vivas pelos pais em uma aldeia indígena. Para os índios daquela tribo, tal prática é aceitável. Para os antropólogos, trata-se de uma questão cultural. Para o evangelho, aquilo é assassinato.
No Brasil, ainda existe uma forte tendência machista, que despreza o trabalho feminino. Mulheres que trabalham ganham menos, mesmo que exerçam a mesma função. Para grande parte dos homens brasileiros, isso é um valor cultural, mas para o evangelho, isto é acepção, por tanto, pecado.
Na América Hispana a mesma tendência cultural existe, sendo mais forte em algumas regiões. Demonstrações de afeto dos pais para com os filhos são tidas como fraqueza, e muitos maridos, por “imposição cultural”, maltratam suas mulheres e são violentos. Para a sociedade isso é cultura, mas para o evangelho, é pecado.
Nos EUA e na Europa, as pessoas tem desenvolvido uma tendência materialista e cética, onde o individualismo e o egoísmo são as marcas principais. O mesmo tem acontecido na América Latina, embora com menor intensidade. Este individualismo, egoísmo e ceticismo são todos nuances da cultura pós-moderna, mas são totalmente opostos ao evangelho, que é espiritual, coletivo e altruísta. O que os modernos sociólogos chamam de cultura, a bíblia chama de pecado.
Assim, podemos concluir que a abordagem comum que se faz da missiologia, que diz que o missionário deve coincidir totalmente com a cultura é sofisma. O evangelho não é uma esponja que simplesmente absorve a cultura, mas um poder que redime as culturas. A Palavra de Deus nos dá claro e amplo entendimento para discernir entre valores culturais e vícios morais. Quando se ignora isso, abrem-se as portas para o sincretistimo e paganizarão da religião cristã.
O princípio redentor da cultura na bíblia sagrada: Como o evangelho desafia os pressupostos culturais
Na bíblia vemos diversos exemplos que nos possibilitam vislumbrar os limites entre cultura e pecado. Talvez o primeiro deles seja a recomendação do Senhor ao seu povo, quando eles entram na Terra Prometida, de que eles não deviam seguir os caminhos das nações. Obviamente, muitas daquelas noções religiosas cananéias eram parte de uma cultura, mas elas não deviam ser absorvidas pelos hebreus.
Embora usado pelos missiólogos como paradigma de missionário transcultural, o estadista Daniel, juntamente com seus amigos, se recusou a comer dos manjares do Rei, e também não tomou do seu vinho, que era consagrado a ídolos. Eles estavam submersos na cultura babilônica, mas sabiam separar pressupostos culturais, conceitos morais e crenças religiosas.
Jesus em sua encarnação foi judeu em todo aspecto da existência. No entanto, o fato dele mesmo ser judeu e de estar contextualizando com os judeus não o impediu de denunciar a hipocrisia dos fariseus que lavavam as mãos cerimonialmente antes de comer, quando seus corações continuavam impuros. Ele também se levantou contra o costume de consagrar seus bens ao Senhor quando parentes próximos passavam necessidade. Jesus foi missionário transcultural, mas não se submeteu incondicionalmente a cultura hebréia. Ele a redimiu.
Tudo isso nos revela que o evangelho não é apenas um agente passivo e submisso à cultura, mas um agente transformador.
“O evangelho se submete à cultura na mesma proporção em que a cultura se submete ao evangelho, e desafia a cultura com a mesma intensidade que a cultura afronta a Palavra de Deus”
Conclusão
O tema deste estudo é na verdade uma incógnita no coração de muitos missionários urbanos e transculturais: “Como pregar o evangelho em um ambiente multicultural?”. Entendemos que a primeira coisa que o missionário deve fazer é encontrar a divisa entre a valorização da cultura e a absorção de valores opostos ao evangelho, posicionando-se de modo que lhe possibilite comunicar a mensagem de forma contextual e engajada, ao mesmo tempo em que resguarda os pressupostos absolutos contidos nas Escrituras.
Para isso ele deve usar a cultura a seu favor, rejeitando aqueles valores que, embora tidos por tendências culturais e modernas, se opõem ao evangelho. Ele deve dialogar com a cultura e usá-la como ferramenta pedagógica, mas não pode jamais endeusá-la, sobrepondo-a ao evangelho de Cristo. Por último, deve entender que o evangelho não é apenas um agente passivo e submisso à cultura, mas um agente transformador que muitas vezes se revela como principio contracultural, desafiando o status quo e redimindo a cultura ao nosso redor.
Questionário para discussão:
1. Quais as diferenças entre fundamentalismo missiológico, liberalismo missiológico e evangelismo missional? Onde podemos encontrar exemplos em nossa cultura?
2. O que significa contextualização? Apresente exemplos bíblicos de contextualização do evangelho.
3. Que estratégias sua igreja pode desenvolver para pregar o evangelho de um modo mais contextualizado?
4. O que pode acontecer com o missionário, quando ele não compreende que todas as culturas estão manchadas pelo pecado?
5. Apresente exemplos de tendências culturais que, embora em voga no mundo, não devem ser assimilados pelo evangelho.
6. Que comportamentos culturais da sua cidade o evangelho precisa redimir? Que comportamentos culturais na sua igreja não estão de acordo com o evangelho?
7. Apresente exemplos bíblicos de pessoas que rejeitaram ou mesmo se opuseram a valores culturais do seu tempo.
8. Como este estudo te ajudará a pregar o evangelho em um ambiente policultural e pós-moderno?
***
Leonardo Gonçalves é missionário no Peru e editor do Púlpito Cristão. Seminário ministrado na Iglesia Bautista Misionera, 16/10/2010
15 de abril de 2010
8 de abril de 2010
26 de outubro de 2009
O ÚLTIMO FOLHETO…
Olá amigos! Há algum tempo eu recebi esta mensagem por e-mail, hoje novamente ao ler a mesma, me emociono novamente e espero que esta mensagem fale ao teu coração e e te encha de entusiasmo para anunciar o evangelho de Cristo.
Todos os domingos de manhã, depois do Grupo de Oração na Igreja, o coordenador do grupo e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos falando do Amor de Deus sobre nós.
Numa tarde de domingo, quando chegou à hora do pai e seu filho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito.
O menino se agasalhou e disse:
-'Ok, papai, estou pronto. '
E seu pai perguntou:
-'Pronto para quê?'
-'Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos. '
Seu pai respondeu:
-'Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito. '
O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:
-'Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?'
Seu pai respondeu:
-'Filho, eu não vou sair nesse frio. '
Triste, o menino perguntou:
-'Pai, eu posso ir? !'
O pai hesitou por um momento e disse:
-'Pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado. '
Então ele saiu no meio daquela chuva..
Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos a todos que via.
Depois de caminhar por horas na chuva, estava todo molhado, mas faltava um último folheto.
Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam desertas.
Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha.
Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu.
Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta.
Finalmente, o menino se virou para ir embora, mas algo o deteve.
Mais uma vez, ele tocou a campainha e bateu na porta bem forte.
Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda e finalmente a porta se abriu bem devagar.
Uma senhora idosa com um olhar triste. Ela perguntou :
-'O que você deseja, meu filho?'
Com um sorriso que iluminou o mundo dela, O menino disse:
-'Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR. '
Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora.
Ela o chamou e disse:
-'Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!'
Bem, no domingo seguinte na Igreja, o Coordenador do Grupo de Oração, após a sua pregação perguntou:
- 'Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?'
Lentamente, na última fila da Igreja, uma senhora idosa se pôs de pé. E começou a falar.
- 'Ninguém me conhece neste Grupo, eu nunca estive aqui. Até o domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum tempo e eu fiquei sozinha neste mundo.
No domingo passado, um dia frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver.
Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi para o sótão da minha casa, amarrei a corda numa madeira do telhado,
subi na cadeira e coloquei a corda em volta do meu pescoço. De pé naquela cadeira, só e de coração estava pronta pra saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou. Eu pensei, quem será?:
-'Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora. '
Eu esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa a bater forte. E pensei:
-'Quem pode ser? Ninguém toca a campainha da minha casa a tempos, ainda mais num dia desses.'
Afrouxei a corda do meu pescoço e fui à porta ver quem era, enquanto a campainha soava cada vez mais alta.
Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante que já vi em minha vida.
O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês!
As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito SALTASSE PARA A VIDA quando ele disse:
-'Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO. '
Então ele me entregou este folheto que eu tenho em minhas mãos.
Conforme aquele menino desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e li cada palavra deste folheto.
Então eu subi para o sótão, peguei minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês vêem - eu agora eu estou aquí!
Já que o endereço do seu Grupo de Oração estava no verso deste folheto, vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO a este menino de Deus que no momento certo livrou a minha alma. '
Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos no Grupo de Oração. O coordenador do Grupo, foi em direção a primeira fila onde o 'seu' menino estava sentado.
Tomou seu filho nos braços e chorou.
Provavelmente nenhum Grupo de Oração teve um momento tão grande como este e provavelmente este universo nunca viu um pai tão transbordante de amor e honra por causa do seu filho...
Exceto um. Este Pai também permitiu que o Seu Filho viesse a um mundo frio e tenebroso. Ele recebeu o Seu Filho de volta com gozo indescritível, o Pai assentou o Seu Filho num trono acima de todo principado e lhe deu um nome que é acima de todo nome.
Não deixe que esta mensagem se perca, passe-a adiante.
Lembre-se:
Ela pode fazer a diferença na vida de alguém próximo a você.
Jesus ama a todos nós.
Autor desconhecido.
23 de outubro de 2009
Rodolfo Abrantes, ex Raimundos e Rodox, viaja para pregar nos EUA
O pregador evangélico Rodolfo Abrantes, 37, ex-integrante da banda “Raimundos”, esteve pela primeira vez em Danbury, Connecticut, no dia 11 de outubro. Pregando e tocando na All Nations Baptist Church, ele falou ao Comunidade News da missão religiosa e do contato com a comunidade brasileira.
Rodolfo chegou aos Estados Unidos na quarta-feira (7) e volta à cidade no dia 16, para participar do evento “GODFEST: A Christian RAVElution”, às 10pm, na mesma igreja. O cantor gospel percorreu ainda as cidades de Naugatuck e Bridgeport e os estados de Nova York e Carolina do Norte.
Bastante animado, Rodolfo percorreu várias igrejas, representando o Ministério Bola de Neve, onde ministra cultos. O cantor pregou mensagens, deu testemunhos e cantou hinos de adoração e louvor. No caso do evangelismo, segundo ele, é muito produtivo contar a própria história, especialmente para os jovens.
“Acho que quando Deus faz uma obra na nossa vida, é de muita ajuda compartilharmos isso. Às vezes as pessoas acham que não tem saída”, disse ele em entrevista exclusiva ao Comunidade News, complementando que Deus muda a vida. Quando o cantor fala de saída, se refere especialmente a quem entra no mundo das drogas.
Na opinião dele, a importância de estar entre a comunidade brasileira nos Estados Unidos é algo de grande valia, e que desmistifica o antigo Rodolfo. Segundo o cantor, ele antes era colocado num pedestal e tratado diferente. “Hoje em dia é muito legal poder estar de igual para igual, dividindo informações e compartilhando coisas que acontecem na vida. Acho que é um tipo de relacionamento muito mais saudável e proveitoso, quando você encurta esta distância para algo mais íntimo, digamos assim”.
Nascido e criado na classe média alta de Brasília, Rodolfo fundou a banda “Raimundos” com Digão. A banda de hardcore punk, com letras escrachadas e irreverentes, fez muito sucesso. No auge da carreira, Rodolfo saiu e fundou a Rodox. Mais tarde, por influência da esposa, Alexandra Horn, tornou-se evangélico. Gravou dois CDs nesta nova fase: “Santidade ao Senhor” e “Enquanto É Dia”. A “Raimundos” ainda existe, mas perdeu a evidência que tinha na época em que Rodolfo era integrante.
No dia 2 de novembro, o cantor volta para o Brasil. O período nos EUA serviu para rever velhos amigos e fazer novos. Mesmo convivendo com brasileiros, leva na bagagem algo mais. “Por mais que sejam todos brasileiros, a cultura aqui é diferente. Sempre se volta enriquecido”.
Fonte: Comunidade News
2 de outubro de 2009
Bíblia de 20 quilos chega ao Brasil
A Bíblia chegou no dia 28 e foi levado numa carreta pelas ruas da cidade
A chegada de uma versão especial da Bíblia Sagrada, pesando aproximadamente 20 quilos, provocou uma verdadeira mobilização em Manaus durante todo o dia de hoje. A bíblia – inscrita em 66 idiomas, tem 1.500 páginas.
O livro chegou às 11h30, no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, de onde foi levado numa carreta pelas ruas da cidade. O ponto final foi no Centro Cultural dos Povos da Amazônia, na Bola da Suframa, em evento que reuniu aproximadamente 20 mil pessoas de diversas igrejas da cidade.
A chegada da bíblia em Manaus faz parte do projeto ‘Siga a Bíblia’ – em comemoração ao ano Mundial da Bíblia. A passagem da bíblia pelo mundo começou em julho, na cidade de Manila, nas Filipinas, e já percorreu dezenas de cidades da Europa e da Ásia.
Fonte: A Crítica
28 de setembro de 2009
COMO LIDAR COM A INSATISFAÇÃO NA IGREJA
Quem é que ainda não reclamou ou comentou sobre alguma coisa dentro da sua Igreja, principalmente, nos dias atuais em que há muitas novidades e mais liberdade de costumes? A insatisfação é como uma moeda de duas faces. Se você não tomar cuidado, pode entrar por um caminho perigoso e perder a alegria da sua salvação.É muito comum voltar da Igreja para casa, hoje, com um "cesto" de assuntos não muito cristãos, para dizer o mínimo.
Boa parte dos crentes não está indo à casa de Deus para adorar, senão para observar e colher as (más)novidades. Conscientemente ou não.Quando saímos da posição de adoradores para "observadores" as coisas se complicam. Primeiro isso não agrada a Deus. Seria como uma oferta defeituosa. Acho mesmo que nem oferta seria. Veio à mente uma imagem: mãos vazias. Depois cultuar de mãos vazias, parafraseando a Bíblia, seria como enterrar o único talento.
Talento enterrado. Adoração negativa. Sem pensar nisso você estaria ofendendo a Deus indo ao culto sem nada para oferecer; entristecendo o Espírito Santo.Uma atitude crítica com respeito à vida dos outros. Do pregador, do pastor, da mocidade, das senhoras, das crianças. Do estacionamento, do banco pouco confortável, do secretário, do irmão das conversas paralelas durante o culto. Um arsenal completo não da armadura do cristão, mas do crítico anticristão.
Quem se age desta maneira dificilmente vai perceber que se comporta assim.É por isso que muitos de nós não têm mais prazer de ir ao culto. Não ouve mais a voz de Deus nada dentro da Igreja. Já entristeceu tanto o Espírito Santo, que não recebe mais nada. E não recebe nada por que não veio oferecer nada. Outra imagem de pregações antigas: um vaso de boca para baixo.Antes de mudar de Igreja, seria muito bom fazer uma pequena anamnésia. Por que eu estou insatisfeito com minha Igreja?
Tenho sido um adorador ou um crítico? Minha vida é um sacrifício vivo de adoração a Deus ou só penso em adorar quando vou ao culto? Como estou diante de Deus? Carrego de volta para casa depois do culto tudo o vi de ruim ou ocupo meu tempo comentando como foi bom o culto? Dependendo da resposta, mesmo que mude de Igreja sua insatisfação vai segui-lo/a. E aí?Eu não creio que seja fácil mudar um comportamento crítico enraizado. Eu me humilharia diante de Deus e evitaria conversar sobre assuntos da Igreja DIUTURNAMENTE com pessoas com o mesmo defeito.
Hoje, com tanta liberdade, e tantas Igrejas, e tantos pastores, uma doutrina mais ortodoxa afasta pessoas. Muitas coisas são relevadas e não há, talvez, uma preocupação em ensinar e repisar este assunto. Outra imagem volta a minha mente: a oferta de Abel e a oferta de Caim.Caim caiu da graça e chegou ao ponto de matar seu irmão por um problema acontecido na adoração. Não sei que tipo de oferta os dois levaram. Mas um deles pensou que eliminando o irmão iria resolver o problema da oferta. E o problema não estava o irmão, mas na forma de cultuar de Caim.
E assim, por causa da insatisfação você pode fazer muitas coisas. Acho que entre todas elas apenas é a melhor. Resolva este problema em oração com o Senhor Jesus. Converse com Ele. Chore na presença Dele. Desabafe suas mágoas e mesquinharias com Ele. Se você fizer assim vai resolver a raiz de muitos males. Se você é cristão e anda insatisfeito com tudo, principalmente com a sua Igreja, tome cuidado. Os santos da sua Igreja são mesmo pessoas com um variado leque de defeitos.
A palavra de Deus pode limpá-los, deletá-los. Pedro perguntou: Senhor, até quantas vezes devo perdoar meu irmão - sete vezes? Ao que Jesus respondeu: Não apemas sete vezes, mas 70 x 7 - 490 vezes - por dia!A falta de perdão é como a louça suja que vai acumulando na pia, dia após dia.
Da mesma forma que produz uma insatisfação insuportável chegar em casa e verificar que tem louça por lavar há mais uma semana, um coração que tenha o mau hábito de guardar e comentar tudo o que de ruim se passa na Casa de Deus vai acabar mesmo muito insatisfeito, vazio do Espírito. Um vaso sujo, que precisa ser limpo pelo melhor bombril que existe: o perdão do Senhor Jesus Cristo.Não dê "mole" para a insatisfação. As vítimas podem ser você e sua família.
Autor: João Cruzoé - Fonte: Olhar Cristão
PORQUE EU TENHO QUE ME ASSOCIAR A UMA IGREJA?
1.Cristo amou a sua igreja e se entregou por ela (Ef 5.25; At 20.28). Isto já é motivo suficiente para você dar firmemente as mãos a estes por quem Ele deu sua própria vida?
2.A igreja local não é um fim em si mesma, mas foi o principal movimento que Cristo criou para levar transformação a uma comunidade (At 17.6). Juntos podemos fazer mais.
3.Quem se entrega a Cristo se torna parte de sua família ou seu corpo – uma metáfora bem apropriada e usada na Bíblia ao se referir a igreja.
4.Desde o início do Cristianismo, havia sim a noção de se fazer parte formalmente de uma igreja: Paulo, trazia e enviava cartas de recomendação de pessoas para juntarem-se a igreja de cada cidade (2Cor 3.1). O apóstolo João recomenda membros de suas comunidades a serem bem recebidos nas igrejas de outros locais (3 Jo 5-9). E em Atos, percebemos que havia um grupo de pessoas distintamente reconhecido como a igreja de uma localidade (18.24-27). Outros textos poderiam ser incluídos, como os que mencionam a exclusão de membros da igreja (Mt 18.17 e 1 Co 5.13). Mas é suficiente dizer que o Novo Testamento desconhece a noção de um cristão isolado. Um indivíduo cristão e a comunidade de cristã parecem estar sempre interligados (1Coríntios 12.12-27).
5.Sabemos que membros de igrejas ou mesmo ela como instituição, podem ter ferido pessoas no correr da história. Mas também é verdade que Deus tem usado muito pessoas da igreja e ela como organismo a restaurar muito mais. O seu envolvimento com a igreja – e não sua indiferença ou distanciamento - pode ser a ferramenta que Deus vai usar para resgatar pessoas, famílias e comunidades (At 20.35).
Queremos que você também experimente a alegria de ser um membro da Primeira Igreja Batista de Uberaba Uma pequena parte da grande Igreja de Jesus.
23 de setembro de 2009
O matuto, a pregação do evangelho e o “mineirês”
Certa vez um homem da cidade enquanto viajava pelo interior das Minas Gerais, resolveu evangelizar um matuto que estava sentado à praça de sua cidade. Sem titubeios ele começou a falar dos atributos de Deus, do amor de Jesus, além do cuidado do Senhor para com os seus. Entretanto, por maior que fosse o esforço do homem da cidade em se fazer entender, o caboclo nada entendia.Percebendo que não conseguia penetrar no coração do homem da roça, o evangelista resolveu recitar o salmo 23 em “mineirês”.
O sinhô é meu pastô e nada há de me fartá
Ele me faiz caminhá pelos verde capinzá
Ele tamém me leva pros corgos de água carma
Inda que eu tenha qui andá
nos buraco assombrado
lá pelas encruzinhada do capeta
não careço tê medo di nada
a-modo-de-quê Ele é mais forte que o “coisa-ruim”
Ele sempre nos aprepara uma boa bóia
na frente di tudo quanto é maracutaia
E é assim que um dia
quando a gente tivé mais-pra-lá-do-qui-pra-cá
nóis vai morá no rancho do sinhô
pra inté nunca mais se acabá...
AMÉIM!
Assim que terminou de receitar o salmo 23 em “idioma mineiro”, o caipira abriu um largo sorriso, demonstrando que havia entendido a mensagem.
Pois é, como dizia o “filósofo” Chacrinha quem não se comunica se trumbica, e vamos combinar uma coisa? A comunicação é a chave do negócio. Isto posto, afirmo sem sombra de dúvidas do que mais do que nunca precisamos aprender de forma inteligente a como penetrar no coração das pessoas anunciando-lhes a mensagem da salvação eterna, até porque, caso contrário nos frustaremos em nossa missão.
________________________________________________
Fonte: Renato Vargens
22 de setembro de 2009
10 de setembro de 2009
JESUS MORREU POR MIM E POR VOCÊ…
“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” João 3:16
O Evangelho Completo de Jesus
O apóstolo Paulo estava se despedindo da Igreja de Éfeso, representada na ocasião pelos presbíteros. Dentre os princípios importantes que Paulo transmite àqueles líderes, ele destaca a pureza e leveza da sua consciência ao dizer que estava limpo do sangue de todos por ter lhes anunciado todo o conselho de Deus, o evangelho completo…
O apóstolo Paulo estava fazendo referência ao texto do livro do profeta Ezequiel, onde Deus diz que irá requerer o sangue do ímpio da mão daquele que tinha a responsabilidade de lhe avisar do erro do seu caminho e não o fez (Ez.33:3)
Não acredito que Paulo estivesse dizendo que havia esgotado todo o ensinamento possível do Evangelho, isso é impossível, pois enquanto estivermos na terra estaremos aprendendo, conhecendo e prosseguindo em conhecer ao Senhor (Os. 6:2). O apóstolo Paulo estava afirmando a sua abordagem completa do Evangelho, sem privilegiar este ou aquele tema, esta ou aquela faceta do Evangelho, mas anunciando tudo o que era útil (At.20:20).
Precisamos urgentemente pregar e viver o Evangelho Completo de Jesus, o Evangelho integral, o Evangelho todo. O Evangelho que não enfatiza apenas um tema, como prosperidade, cura, revelação, poder, missão, ensino, ação social, libertação, etc., mas que ensina tudo o que a Bíblia ensina. Precisamos pregar e viver o Evangelho que dá ênfase tanto aos direitos como aos deveres, tanto às bênçãos como as responsabilidades, tanto as obrigações para com esta terra como a esperança do novo céu e da nova terra.
“Portanto, no dia de hoje, vos protesto que estou limpo do sangue de todos. Porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus.” Atos 20:26-27
Fonte: Pr. Valdivan Nascimento
