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1 de fevereiro de 2011

Mais um caso de pedofilia na Igreja Católica no Brasil. Frei é preso ao sair de motel com adolescente em MT!

 

Mais um caso de pedofilia vem a tona, na igreja Católica. Segundo reportagem do portal G1, um frei foi preso, na noite de segunda-feira (31), em Várzea Grande (MT), quando saía de um motel acompanhado de uma adolescente de 16 anos. De acordo com a Polícia Civil, ele deve responder por estupro de vulnerável.

“Nós recebemos uma denúncia, no ano passado, de que ele teria um relacionamento com essa adolescente. Começamos a investigação e em janeiro tivemos a confirmação. Ele frequentava motéis com a menor e usava o carro da paróquia para ir aos locais com ela”, diz ao G1 a delegada Juliana Palhares, da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Várzea Grande.

O frei é de uma paróquia em Cuiabá e, segundo Juliana, tinha um relacionamento próximo com a família da adolescente. "A família está em choque, porque eles frequentavam a paróquia e mantinham uma certa amizade com o frei. Eu entendo que essa proximidade é suficiente para viciar o consentimento da menor, por isso ela é considerada vulnerável, não tem condições de impedir o abuso", afirma.

Após a prisão, o frei foi levado para a delegacia, mas ficou em silêncio durante o interrogatório, segundo a delegada. Ele foi então encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Cuiabá para exames e, em seguida, levado para o sistema prisional.

A menor também foi encaminhada à delegacia e foi ouvida pela polícia, acompanhada da mãe. A adolescente passou por exames no IML e deve receber atendimento psicológico.

Opinião do blogueiro:

Quanto mais tenta justificar a enxurrada de acusações de pedofilia contra padres e bispos em diferentes regiões do mundo, mais a Igreja Católica Apostólica Romana se afunda no poço das suas contradições.

Não me espantaria nem um pouco se uma investigação fosse feita em algumas paróquias de Uberaba-MG, se não constatariamos caso de homossexualidade e até mesmo pedofilia dentro do clérigo regional.

As denúncias crescem em progressão geométrica desde que foi aberta uma linha telefônica, em março de 2010, na Alemanha, terra natal do Papa, para receber denúncias anônimas por vítimas de pedofilia. Quase 15 mil denúncias foram feitas em apenas uma semana, o mesmo número de um relatório da Igreja Católica na Irlanda, publicado no ano passado.

Oremos, para que vidas inocentes não venham ser ceifadas em suas infancias, sobre abusos, que machucam e ferem a alma e o corpo, e que fazem feridas para toda uma vida.

 

Renato Jr.  Blogueiro, articulista, teólogo em formação

18 de abril de 2010

Monsenhor admite sexo com coroinha, se compara a Jesus e diz que bispo sabia dos casos



Ele denunciou outros dois religiosos em troca de delação premiada.
Religiosos participaram de acareação com padre e negaram acusações.

Padre Pedófilo
Um padre admitiu que abusou sexualmente de ex-coroinhas menores de idade, em depoimento à Comissão Parlamentar do Inquérito (CPI) que apura casos de pedofilia o Brasil. A confissão foi feita em depoimento do religioso ao presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES), durante audiência da Comissão no Fórum da Justiça Estadual, em Arapiraca, a 146 quilômetros de Maceió.
O padre disse ainda que os outros dois religiosos, que são monsenhores, também abusavam de ex-coroinhas desde que eles tinham 14 anos de idade. Além disso, ele afirmou que o dinheiro do dízimo (das oferendas) era usado para pagar os menores que foram aliciados por ele e os outros dois religiosos.
Acareados com o padre, os monsenhores negaram as acusações e chamaram o acusador de "mentiroso". "Isso é um absurdo. Uma mentira deslavada" afirmou um dos religiosos. No entanto, durante a acareação com os religiosos, os ex-coroinhas confirmaram as acusações e deram detalhes dos relacionamentos.
No início, o padre também havia negado as acusações, mas decidiu assumir o crime e denunciar os demais religiosos em troca da delação premiada. Depois disso, ele se disse ameaçado de morte e pediu proteção à CPI.
O senador Magno Malta disse que o pedido dele estava aceito e que ia pedir à Polícia Federal proteção para o religioso, que pode também entrar para o serviço de proteção às testemunhas.
Diante de um vídeo exibido para o público durante a audiência, um monsenhor reconheceu que estava praticando ato sexual com um ex-coroinha, de 18 anos, mas afirmou que tinha sido apenas aquela vez. Ele foi desmentido por três ex-coroinhas. O religioso também negou que usava dinheiro da oferta dada pelos fiéis para pagar os adolescentes.
Os ex-coroinhas contaram que um dos monsenhores servia bebidas alcoólicas para eles e que inventava 'retiros espirituais' em uma casa.
O senador Magno Malta disse que as acusações são tão graves que vai pedir a prorrogação da CPI para continuar os trabalhos de investigação. "O prazo terminaria no início de maio, mas pelo visto nós devemos trabalhar até o final do ano", afirmou
Opinião do Blogueiro:
Estes são alguns dos casos que veem a tona, e que tornam se públicos. Acredita-se que existam cerca de 400.000 padres em todo o mundo. E os problemas que atinge alguns padres, não é apenas a pedofilia, mais também o homossexualismo.
E parece que as autoridades no Vaticano, ainda tendem por não se manifestarem da forma com o assunto deveria ser tratado.

Fonte: G1 / Blog Renato Jr

8 de abril de 2010

Mais um Caso de Pedofilia envolve a Igreja Católica!



Por Renato Jr.
Menos de um mês após denúncias que resultaram no afastamento de dois padres e dois monsenhores, um novo caso de pedofilia envolvendo autoridade religiosa veio à tona no agreste de Alagoas. Nesta quinta-feira (8), o MPF (Ministério Público Federal) denunciou um padre alemão do município de Craíbas, a 160 km de Maceió, por pedofilia na internet.
Segundo informações do Site Uol, o padre Benedikt Lennartz, 41, vem sendo investigado desde 2009, quando a Polícia Federal deflagrou a operação Turko, que cumpriu mandados de busca e apreensão, no dia 18 de maio daquele ano, em 20 Estados e no Distrito Federal.
As investigações do padre alemão tiveram início após a PF receber uma denúncia de que imagens pornográficas envolvendo crianças e adolescentes estavam sendo publicadas no site de relacionamento Orkut. Com o perfil do usuário definido, a PF começou a rastrear os passos virtuais do suspeito.
Segundo a PF, o padre utilizaria um perfil como se fosse um adolescente de 14 anos em busca de garotos. As investigações apontaram que o endereço de onde era acessado o perfil na internet era sempre o da casa do pároco. Na casa, foi apreendido o computador pessoal do padre com cerca de 1.300 fotos com cenas de sexo explícito ou pornografia com jovens – a maioria de crianças e adolescentes do sexo masculino.
As investigações apontaram também que ele navegava em pelo menos 10 sites de pornografia infantil estrangeiros. Em um deles, ele teria uma conta paga para manter acesso frequente. Para o procurador da República Samir Cabus Nachef Junior, autor da denúncia contra o padre, “está clara a internacionalidade da conduta delituosa”. O caso será analisado pela 8ª Vara Federal de Arapiraca.
Se condenado, o padre pode pegar até quatro anos de reclusão, além de pagar multa, como prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente. O crime de pedofilia pela internet também é previsto em convenção internacional.
Denúncias em Alagoas
Esse é o segundo caso de denúncia de pedofilia envolvendo padres em Alagoas. No mês passado, dois monsenhores e dois padres foram afastados pela Igreja Católica por suspeita de abuso sexual contra ex-coroinhas (crianças e adolescentes) no município de Arapiraca, a 140 km de Maceió. Coincidentemente, a cidade fica a 20 km de Craíbas, onde o padre alemão morava.
Nesta terça-feira (5), em nota oficial, a Diocese de Penedo se disse “triste e humilhada” com as denúncias de pedofilia e anunciou que a “suspensão total das ordens sagradas” do monsenhor Luiz Barbosa, flagrado em vídeo praticando sexo com um jovem. Outros três párocos foram afastados preventivamente e respondem a processos canônicos. A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso.
A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Pedofilia, do Senado Federal, vai até Arapiraca para ouvir os depoimentos dos padres acusados, vítimas e delegadas que investigam o caso.

***
Até quando o Vaticano vai ficar calado diante de tantos absurdos. À falta de outros argumentos para acabar com o absurdo do celibato, o rosário de escândalos de pedofilia deveria ser suficiente para que o Vaticano se decidisse a assinar o decreto.  Se é verdade que o celibato está longe de ser causa única  na relação entre sacerdócio e pedofilia, custa perceber que  tanta sapiência iluminada falhe em perceber esta coisa prosaica: a repressão sexual de adultos investidos de uma especial autoridade moral - reconhecida junto das comunidades de fé -  é um perverso "facilitador" do abuso de menores.
Podemos tentar compreender que a igreja queira manter as suas concepções de pureza, que queira consubstanciar a dedicação ao evangelho na capacidade de renúncia. Mas ultrapassa o admissível que o papado finja não perceber que a celebração da "pureza" dos celibatários se tem feito à custa de demasiadas "vítimas civis", que finja não perceber que quando a renúncia encontra os seus limites  tende a escapar-lhes sob a forma de perfídia. As vítimas de pedofilia são um recorrente  memorando do alto preço a ser pago pelo capricho do celibato.

É evidente que não se pode generalizar, entretanto, partindo da premissa de que vários casos denunciados são acobertados e raramente chegam ao conhecimento público, não é difícil inferir que podem estar ocorrendo fatos como estes muito próximos da gente.
A falta de transparência e ações enérgicas para combate a esses problemas, é campo fecundo para a existência de dúvidas.
Vamos ver aonde tudo isso vai dar.

Soli Deo Gloria!
Renato Jr.

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